quarta-feira, 13 de abril de 2011

Wacken Metal Battle ES - 07/05/2011

Esse ano contamos com bandas relativamente novas na mortaviva cena. A Psycodeath só ouvi falar por causa da seletiva, de tão recente que é, mas o Myspace deles já mostra um som bem trampado e que com certeza chamará a atenção de muita gente.


Sem falar na quantidade de bandas de extremo.
A gente agradece! haha
=D


(ainda arrependido de não ter ido ao Splattercore Fest 6 =/)




Nos vemos lá o/



O YARD OF ROCK realiza mais uma Seletiva Regional do WACKEN Metal Battle no dia 07 de MAIO com as bandas:

Alífera - Cariacica - www.myspace.com/aliferabrazilian
Exylium - Vila Velha - www.myspace.com/exylium
Mindwalker - Vila Velha - www.myspace.com/mindwalkermetal
Psychodeath - Vitória - www.myspace.com/psychodeath1
Vociferax - Vitória - www.myspace.com/vociferax

Banda convidada: MORPHOS (Death Metal)

Dia: 07 de MAIO
Local: Jacaraípe (Próximo ao EPA)
Ingressos : R$ 15,00
Horário: 21hs

As bandas terão um voto do público através do ingresso do evento.

Classificação 16 anos com identidade.
Informações: 8125-0253

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Site

Galera,

Depois de uma longa primavera cheia de trabalhos, estou aqui para divulgar um trabalho final da Ufes. Pois bem, a proposta era a de fazer um site sobre qualquer assunto. Então eu e mais uma colega de sala fizemos um sobre a temática: dificuldades em ser uma banda de Rock no Espírito Santo.

Querem saber o que rolou lá? Simples, é só acessar o link abaixo e conferir:



Podem ler as reportagens, ver os vídeos, as fotos e comentar, claro :)

Salve, salve, galera! Até a próxima!


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

TERRITORIO DO ROCK - FESTIVAL 2

Local: SINTUFES
Dia: 24/09

Com:

MASS EXECUTION
FORGOTTEN LAND
MORPHOS
MYSTERY
STAND UP AND SHOUT
ABYSMU

21:00HR

ENTRADA FRANCA.


Mais detalhes no flyer:




Muito metal rolando nessa sexta feira na UFES, e é FREE!!!

Predominantemente extremo, vai ser o pessoal fazendo roda tirando os paralelepípedos do chão denovo. Um dia abrem um buraco ..hahaha.

Stay Heavy.

domingo, 4 de julho de 2010

Bandas de Heavy Metal no ES: uma pequena discussão



Bandas de Heavy Metal no ES: uma pequena discussão

A dura realidade do Heavy Metal no estado.


Bruna Sperandio


Gosto de um tipo de música que muitos veem como suja e underground. Falar em Heavy Metal e suas vertentes causa repulsa em muitos por aí. A sociedade aparentemente não suporta esse estilo. Mas você ao menos já tentou dar uma chance ao Metal, ou ficou com a versão de que Rock é coisa do capeta? E já parou para pensar como é ter uma banda de um estilo desses no Espírito Santo? É isso que vamos discutir aqui, com dois caras que estão por dentro do assunto. Bem vindo ao mundo subterrâneo do Rock!

Começo a conversa com Filipe Vighini, 21 anos, guitarrista da banda de Grindcore/Death Metal I Shit on Your Face¹. “Desde novo gosto de ir a shows. Fui atraído pelo estilo, pois sempre gostei de guitarras com distorções, baterias rápidas, etc. Então decidi tocar em bandas de Heavy Metal porque é o som que mais gosto. Já tive algumas oportunidades de tocar em outros estilos, mas recusei”.

Filipe em ensaio

Filipe assume que ter banda de Metal mais pesado não é fácil, e que seria um erro pensar em lucro e suporte nesse universo. “As dificuldades são muitas, pois não temos nenhum tipo de apoio, nem mesmo recebemos cachês. No meu caso, continuo tocando porque é prazeroso para mim”.

Para o vocalista do Final Judgement, banda de Heavy/Thrash Metal² - que aos 13 anos começou a se interessar pelo Heavy Metal por causa de um CD do Metallica -, Bernardo Tomaz, 24 anos, lembra: “Comecei a me envolver com banda quando vi a do meu tio, o Silence Means Death, abrir o show do Sepultura, no Álvares Cabral, em 2006. Já tive uma banda de Hard Rock, e quero um dia ter uma de Country, mas o som que mais curto mesmo é o Heavy Metal”.

Para Bernardo, as dificuldades em ter grupos que tocam esse som residem na falta de selos e gravadoras, assim como na ausência de casas de shows bem estruturadas e de fácil acesso. “Infelizmente é muito ruim ter banda no estado, porque tudo gira em torno de dinheiro, e o que mais tem é gente que reclama de preços. Em São Paulo, um evento de metal com 150 pagantes é um desastre; já aqui na Grande Vitória, 150 pagantes é um sucesso”.


Bernardo pousando para a foto do CD do FJ

Então, eu, curiosa, questiono sobre o processo de gravação de trabalhos dessas bandas. Filipe explica: “No estúdio, você grava um instrumento de cada vez, e tem que ficar tudo certo, ou terá que ser gravado novamente. A faixa de preço para fazer um trabalho é de R$ 2.000,00. Quanto ao material produzido, vendemos uma parte e deixamos outra para fazer troca de materiais com bandas dentro e fora do país, o que acaba sendo lucrativo para nós, pois além de vendermos nosso material, conseguimos, com a troca, divulgar nosso som”. Já Bernardo diz que a gravação “é um processo longo e as bandas precisam tomar a decisão correta, pois na maioria dos estúdios ou se paga por música ou se paga por hora. Quando se paga por hora, normalmente a banda consegue economizar bastante, mas a qualidade sempre deixa a desejar”.

E o público, compra as demos? Segundo Bernardo, sim, porém... “Infelizmente é fogo de palha, pois, geralmente, ele compra, ouve, e fica nisso, não há uma procura para conhecer mais a banda”. Quando se fala em público, os dois compartilham opiniões semelhantes. Eles enfatizam que o público que vai aos eventos não é grande, mesmo em show de bandas de fora. No entanto, a maioria dele é fiel. “Não são eventos que dão público como em um show de Sertanejo, por exemplo, mas existe um público fiel sim”, assume Filipe.

Falando em pessoas que vão a eventos, resolvi então, falar com um cara que frequenta o cenário. Seu nome é Ramon Ahnert, e ele, além de ser estudante, tem 21 anos e fala: “Comecei muito novo a escutar Rock 'n' Roll. O Heavy Metal veio naturalmente, e me recordo que a primeira banda que ouvi desse estilo foi Judas Priest. Na época, não tinha conhecimento sobre o grupo, só sei que o som me agradou. Depois disso, fui procurando outras bandas, e assim, conhecendo melhor o metal pesado”.

Ramon também afirma, para mim, que mesmo antes de ouvir esse tipo de som, não guardava nenhum preconceito, e ele completa sua participação: “Mesmo o estado tendo pouco público, aos poucos bandas boas estão vindo tocar aqui”.

Outro ponto importante dessa discussão é os locais onde acontecem os shows. É consenso que aqui no estado, focando a Grande Vitória, não existem muitos lugares para a realização de eventos desse tipo. Os poucos que ainda abrem suas portas para o gênero musical são a Caverna do Simpson, em Jucutuquara; o Teacher’s Pub, na Praia do Canto, e o Yard of Rock, em Jacaraípe. Há algum tempo, existia também o bar Entre Amigos II, na praia de Itaparica, e o Porto Pirata, em Alvorada. Já o Anchietinha, em Jucutuquara, de acordo com Bernardo, não tem realizado eventos de Heavy Metal porque os próprios produtores afirmam que o ambiente não tem acústica boa para isso.


[CONTINUA]

sábado, 3 de julho de 2010

Ainda neste fds...

Finalmente o sábado chegou. Mesmo com essa cara nublada e chuvosa, estou feliz por ser sábado.

Ainda neste fds "maravilhoso", postarei uma entrevista que fiz para o suposto jornal experimental do meu curso. Participaram dela o Bernardo, do Final Judgement; Filipe, do I Shit on Your Face e o Ramon, amigo meu.

No entanto, para chegar a matéria final, havia conversado também com o Helio do Sonata Soturna e com o Adriano, nosso querido colaborador do blog. Então postarei em algumas partes, eu acho, todo o material.

Só sei de uma coisa, será bacana ler tudo!

Abraços, pessoinhas, e até mais.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

NO HEAVEN IN THE DARK: Como conheci o Doom Metal

NO HEAVEN IN THE DARK: Como conheci o Doom Metal: "Esse será apenas um dos artigos que postarei a respeito desse estilo musical grandioso: o Doom Metal. Conheci por acaso. Na época em que ain..."

Yard of Rock - 10 de Julho

O Yard of Rock, como já manda a tradição, terá um evento em comemoração ao Dia Mundial do Rock. Sendo curto e grosso, confiram a programação:


STAND UP AND SHOUT (Tributo ao Dio)
213 (cover Slayer)
MISTERY (death thrash)
SILENCE MEANS DEATH ( thrash)
PRIDE ( néo-clássico)

Dia: 10 de Julho
Horário: 20:00hs
Valor: R$ 10,00
Local: Jacaraípe (próximo ao EPA)

Classificação 16 anos com identidade.

Informações 9818-9488




Terá uma banda tributo ao grande Dio, que nos deixou há pouco, e junto às outras bandas que andam sumidas, esse evento deverá ser um sucesso.

Compareçam.

Boas novas

Alguns meses depois...

Pois bem pessoas que ainda se interessam pelo CS (vocês estão aí?), depois de um longo tempo sem nada postar, venho informar que o Conexão agora não será mais feito por uma pessoa, mas por duas pessoas - contanto comigo, é claro -, a trabalhar no blog.

Ele já participou aqui produzindo resenhas de shows; como um comentarista (sempre frequente e caloroso, por sinal), mas agora formamos uma duplinha que mesmo com o tempo apertado entre trampo e facul, quer levar o CS para frente. O nome dele? Adriano Garcez.

Não vou ficar aqui de blá-blá-blá. Ele virá para somar. Espero que assim, o blog não fique tanto tempo parado, pessoinhas.

VAMOS EM FRENTE QUE ATRÁS VEM GENTE (clichê, mas que é a cara do Conexão, minha gente!)


Adriano, seja bem-vindo ao mundo subterrâneo da música;
seja bem-vindo ao Conexão Subterrânea.


Saudações.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

2010

2010.
E até agora, nada de Conexão.
Não sei bem como levarei o blog, mas não quero desistir dele.
Mas estou fechando uma gravaçãozinha com uma banda muito boa, babies.

Não posso prometer quando, nem nada.
Mas acontecerá.
Vocês esperam?

Boa noite a todos vocês.

Vejo vocês pela vida.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

7 anos do Território do Rock!

São 02h55 min. Sábado. Andei sumida. Fim de mais um semestre na Ufes, queridos.

O post de hoje é uma divulgação de um evento fodástico. Um evento que promete, pelo visto.

A minha exectativa é a melhor possível, afinal estamos falando de bandas boas do nosso estado; de um programa de rádio bacana demais; e claro, de graça.


Um modo foda de se comemorar 7 anos, não acham?

Quais são as expectativas de vocês, babies?

O.B.S.: Queria muito que o Poison God tocasse no dia 28, o dia que eu poderei ir. Mas enfim, aproveitem os dois dias. Valerá a pena. Assim espero! Boa madrugada!

sábado, 17 de outubro de 2009

NeverChrist - uma breve biografia

Babies, estou de volta, mais uma vez. Hoje eu vou postar uma breve bio de uma banda que muitos aqui certamente já ouviram. NeverChrist. A bio foi feita pelo Filipe, ex-guitarrista da banda.

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NeverChrist é uma banda de Black Metal formada em 2000, na cidade de Vila Velha - ES, tendo como fundador e pricipal membro, Thiago Santos Cordeiro, mais conhecido como "Zumbi" ou pelo pseudônimo de "Lord Baphomet".

A banda teve muitos problemas para estabelecer uma formação, sempre havia problemas pessoais ou desinteresse de alguns membros. Segundo Thiago (Zumbi), a banda ostentava uma maldição, e que esse era o motivo de nunca ter dado certo (rsrs).


Finalmente em 2006, a banda estabeleceu uma formação mais duradoura, sendo: Thiago (Zumbi) na bateria, Filipe (Pig) e Pedro nas guitarras, e William (Vultur) no baixo. Em meados de 2008,
a banda foi remontada no Rio de Janeiro, e teve 3 formações até outubro de 2009, porém, com problemas de falta de grana e Baphomet estando de saco cheio de levar mais uma formação sem dar certo, o mesmo decide transformar a banda num projeto one-man-band até que sua situação financeira se resolva, para poder dar continuidade ao trabalho.

Estima-se que a banda seja remontada em Cabo Frio neste próximo ano, e Thiago já começa a buscar uma formação coesa por lá. Agora esperemos para ver o resultado, já que no próximo ano a banda completa 10 anos de existência e Thiago pretende lançar o 2º full-lenght "The Rebirth of the Ancient Mighty Spirits" em meados de 2010.




Para quem já conhece, ou aqueles que ainda não, confiram o Myspace da banda.

Myspace: www.myspace.com/neverchristhordebrasil

Contatos:

E-mail:
lordbaphomet.neverchristhorde@gmail.com

Msn: lord_baphomet_neverchrist@hotmail.com

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Bem, babies, por hoje é isso. Qualquer coisa, estou por aqui, ok?
Quero agradecer ao Filipe, pela construção do release e ao Thiago, por revisar e topar que eu postasse no Conexão. A todos vocês, meu abraço. Até.

sábado, 3 de outubro de 2009

- HELLOWEEN FEST 1 -

Sei muito bem que falar em cover aqui no estado, causa uma certa "revolta". Sei que o discurso que mais reina é o de que bandas que fazem cover tomam o espaço de outras tantas que fazem um som próprio. Mas o evento que divulgo hoje não se encaixa neste perfil.

O Helloween Fest 1 é uma reunião de bandas que todos aqui já conhecem, ou a grande maioria, para fazer uma espécie de tributo às bandas que vocês verão no cartaz.



Quando soube deste evento fiquei muito animada. Mesmo. Afinal, olhem os covers.

Bem, para quem curte este tipo de som, é um evento imperdível.

Uma boa noite, pessoas ^^

Até mais.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Mais sobre Tunes of Grey

Opa! Eis que Bruna reaparece! Confesso, estava com saudades de postar. Mas como estava em uma fase um pouco conturbada, dei um tempo. Mas hoje tem postagem nova, babies.

A postagem de hoje é com o Tunes of Grey. Sei que já existem outras postagens com a banda, mas o assunto, óbvio, é outro. Já tinha esta entrevista, com o César, há muito tempo, mas achei melhor esperar para jogar aqui. Pois bem, chega de "bláblá" e vamos ao ponto. Espero que curtam. Yeah. Vida longa ao Conexão!

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César fala...


Como surgiu a banda Tunes of Grey?

No início de tudo, eu e Romero (Ex-vocalista), tínhamos amigos em comum, que nos levaram a trocar idéias sobre uma possível banda cover de Iced Earth, que é a banda que mais nos influenciou, mas com um pouco mais de conversa vimos que além de Iced Earth nós gostávamos muito de Sentenced, Poisonblack, H.I.M, Charon, To Die For e inúmeras outras bandas com estilo denominado "Finnish Metal". Daí optamos por seguir essa linha, primeiramente como cover exclusivo de Sentenced, mas com o tempo outros covers foram agregados além das músicas próprias.

A estrutura da banda era simples. Eu e Romero éramos a "base" de tudo; tínhamos que escolher quem ia tocar; quais covers tocar. As músicas próprias começaram a fluir com a entrada de Denis Magalhães (baixo). Ele cresceu conosco e mesmo com tão pouca idade, já tocava absurdamente bem e compunha músicas que ninguém poderia imaginar. Definitivamente, um garoto prodígio. Era assim que o chamávamos.

Antigamente a banda como qualquer outra que está começando, era bastante seca e imatura. Todos estavam aprendendo a dominar ainda os instrumentos; tínhamos dificuldades com algumas coisas, mas com o tempo tudo isso foi melhorando. O estilo em si mudou bastante, era muito mais gótico e foi se tornando mais agressivo com a entrada de novos integrantes e com o surgimento de novas influências musicais para cada um. Mas a idéia é não perder completamente essa raiz gótica, nas letras ela ainda existe.



O que mais era composto? Quais eram as influências maiores?

As influências maiores sem dúvidas eram o Sentenced e o H.I.M, pois Romero era um grande fã e o vocal dele era mais parecido com o do Ville Valo. Acabou que isso entrou nas nossas composições de maneira natural. Com o passar do tempo, alguns integrantes que fizeram parte trouxeram consigo influências como Evergrey, através de Douglas Helmer, ótimo baterista que fez parte da banda; Denis Magalhães fã de Opeth e várias outras bandas bem alternativas; Humberto Boldt, tecladista que fez parte da banda por um grande tempo e acabou de deixar a banda por motivos de trabalho e estudos, era um grande fã de Type O Negative e Anathema. Além de vários outros como Leonardo Laruccia, Francis Lima, Helder Lessa e Tarzan.



Naquela época havia um desejo que hoje em dia a banda já não mais possui?

Acho que o desejo é o mesmo, conseguir algum lugar nessa cena complicada que temos tanto aqui no estado, como no Brasil. Aqui no estado existem excelentes bandas, como Evictus, Petite Mort, Sonata Soturna, Wolfshade, Shotgun Corporation e várias outras que são pouco valorizadas por vários motivos, e como eu sempre estive presente desde o começo da banda, acredito que ainda tenho esperança, senão não estaria segurando as pontas até hoje. Só eu continuo desde a formação inicial. É bastante complicado manter 6 pessoas dedicadas a isso; sempre aparece alguma força maior que leva a pessoa a sair da banda.



Você acredita que as mudanças de integrantes prejudicaram a banda em algum aspecto?

As mudanças de integrante atrapalham muito, perde - se muito tempo pra preencher novamente a vaga, pois é difícil achar, por exemplo, algum tecladista por aqui; guitarristas existem milhares com milhares de bandas já, mas baterista, por exemplo, eu sempre tive sorte, e com contatos bons, conseguia suprir essa falta. Mas vocalista, por exemplo, foi complicado. Quando Romero saiu, eu achei que a banda não ia continuar devido à dificuldade de encontrar alguém que cante essas músicas; acabou que conheci JP, e a banda foi se adaptando a ele, e ele principalmente, adaptou – se à banda.



Fale um pouco sobre primeira demo da banda. (Cabe falar aqui também, como são adquiridas pelo público);

A primeira demo da banda se chama Fading to Grey, ela foi gravada em 2006 no MG Estúdio (Murilo Godoy), que nos ajudou bastante em algumas composições. Fizemos cerca de 200 demos apenas e vendemos todas; acho que até a minha eu vendi ( hauhahuaua ). No myspace da banda dá para ouvir 3 músicas (Live Forever, Die To Live e Fire in My Veins). Atualmente, ainda tocamos essas músicas, além de My Ending Justifies my Path, porém com modificações no vocal; acrescentamos vocais guturais que deram mais peso às músicas.



Então o JP entrou na banda. O que você percebe enquanto mudança?

Com a entrada de JP na banda, certamente o estilo ficou mais agressivo, pois sempre foi uma vontade minha e de Tiago por vocais guturais em algumas de nossas composições, que ficaram guardadas por muito tempo. Tiago ouve bastante Killswitch Engage e Arch Enemy, e além dessas bandas, somos fãs de Moonspell e Dark Tranquility, que acabaram sendo cruciais na definição do novo estilo da banda, meio rotulado como Death/Gothic Metal.



Quais são os planos do Tunes neste momento?

A ideia agora é gravar o nosso debut. No final do ano vamos entrar em estúdio. No momento estamos compondo novas músicas com o novo estilo da banda e atualizando algumas músicas antigas, e é claro, vamos tentar manter a nova formação da banda até lá.



Como será a cara da nova demo?

Como eu disse anteriormente, mais voltada pro Death Metal Melódico ou Dark Metal, e letras falando do lado ‘’obscuro’’ da vida, como vingança, morte, falta de esperança, desespero, ultra romantismo, etc. Cada integrante da banda está ajudando muito nesse processo de composição, temos músicas que o baterista fez o riff de guitarra inicial e todo processo da música em si, então as músicas terão mais a cara da banda como um todo, não é apenas um cara compondo, são 6 juntos, se algo não está bom devido a uma pessoa não gostar, devemos trabalhar para modificar isso, então com certeza as novas músicas terão várias influências.



Você acredita que hoje em dia o Tunes encontra-se mais preparada para dar um passo maior?

Com certeza. Crescemos muito musicalmente falando, e a cada nova mudança no line-up da banda, percebemos como há um amadurecimento que não era visto anteriormente, pois a banda sente a falta do integrante e deve se adaptar à entrada do novo, então todo o processo muda e com isso ganhamos mais entrosamento e chances de chegar ao lugar que almejamos.


Tunes of Grey no Teacher's Pub



Eu sei, ficou grande. Mas isso realmente importa? :p
Ah...
César, obrigada. Muito mesmo. Você sempre dá aquela força para o blog. Foi um prazer postar sobre uma banda que gosto!
A vocês, meus queridos, uma ótima noite de quinta.
Vejo vocês em breve!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Quem é vivo, sempre, sempre, aparece!!

Fico feliz em saber que algumas, poucas, mas enfim, pessoas, gostam do blog e perguntam por ele. É claro que, um blog não é uma força própria, depende da vontade e do desejo de quem se dispõe a escrever. Dar a cara a tapa.

O Conexão começou por uma aula. Nunca tinha feito nada do tipo. Mas com o tempo, descobri que gostava tanto. Mas nada é de graça. Eu tive e ainda tenho certas dificuldades para manter este blog. Uma gama de fatores, queridos. Já pensei uma cem vezes em desistir. Ainda não sei o que farei. Mas, para esta semana, ou para a próxima, tenho duas entrevistas para postar.

Independente do que farei, devo estas entrevistas ao blog e a mim mesma. Será uma alegria para mim taisl entrevistas.

Chega de conversa. Só postei isso aqui para deixá-los cientes do porque sumo.

No mais, obrigada aqueles que me apóiam e, acima de tudo, apóiam ao Conexão.

Vejo vocês em breve, babies.

domingo, 16 de agosto de 2009

" The Let's"

Não. Ainda não tive a oportunidade de ver a banda onde meu querido Takashi ( japinha guitarrista) toca. Só tive uma vaga noção do som da The Let's por causa do Myspace, fora isso, neca.

Sendo assim, acho mais do que justo, talvez, apresentá-la. Não sei se conseguirei atingir a meta. Mas, sempre há a minha humilde tentativa :D

Quem responde pela banda é o Marcelo Pratti ou o Kaneta, guitarrista e fundador da banda.


** Como começou...

Depois que a Lette, nossa vocalista, saiu de outra banda em 2008, ela se juntou conosco para que fosse desenvolvido um trabalho com o nível mais elevado.

** Por que um vocal feminino?

Por que não? Além de não ser muito comum, acabou soando muito bem a mistura de Classic Rock, Rock and Roll e Hard Rock com uma voz feminina.

** Por que a escolha por este estilo musical?

Gostos pessoais. Particularmente, classifico o estilo como Rock and Roll, o que acaba permitindo que as composições flutuem por uma área bem vasta de possibilidades.


** A vocalista sofre algum tipo de discriminação?

Não que eu saiba. Mas talvez bandas femininas não tenham muito espaço. Mas isso é problema da nossa província (Vitória).


** Sobre demos...

Depois de um ano de trabalho firmando o pé no chão e vendo para que caminhos a banda andaria, vamos começar o trabalho de gravação de demos. Chegamos a gravar alguma coisa em casa de brincadeira, mas o trabalho mais sério vai rolar em breve.

** Quem costuma compor?

Acho que quem tem mais coisas prontas sou eu, pois já tinha costume de escrever algumas coisas, mas também tem composições da Lette e da Sandri. O Xavier tem dado umas idéias e o Takashi tem trabalhado nisso também. A idéia é que todos possam se expressar e também participar do processo na finalização das canções.

Foto: Arquivo pessoal

Integrantes da The Let's


** Do que as letras falam?

Sobre rock, atitude, coragem; reflexões sobre a vida mesmo.

** Em que a banda busca inspiração?

Geralmente, para composição a idéia surge de alguma coisa quea gente passou um tempo refletindo. Às vezes um filme que assistimos, um livro que lemos, uma cena que presenciamos no dia; muita coisa que nos faça pensar pode virar uma canção.


** Quanto às influências...

Falar de influência musical é uma coisa muito complicada. Todo psicólogo é um pouco influenciado por Freud, além por um bocado de outras pessoas importantes. É muito fácil um músico ser influenciado por um monte de gente bacana e importante na história da música. Na nossa banda você vai ter gente influenciada por Gustav Mahler até Spice Girls. É sério.


** Planos para o futuro...

Planos pra hoje. O futuro é só um conceito.


** Qual o desejo maior da banda?

Que curtam nossa música.

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E aí, interessaram-se? Então vou disponibilizar alguns links para que vocês possam saber mais sobre a banda.

Site oficial Myspace Comu no Orkut


Bem, a postagem de hoje foi uma "rapidinha". Mas espero que vocês tenham curtido ^^
uma boa tarde, babies.
Abraços.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Voltamos dos comerciais!

Depois de um longo comercial, o Conexão retorna, ahsudhasudhas!
Bem, hoje eu postarei mais eventos. Muitos aqui já devem estar carecas de saber sobre tais rock's, mas, mesmo assim, eu vou colocar e ponto. Afinal, eu sou uma que apóia, certo?!



Ah, não posso deixar de colocar, também, o nosso querido Yard Of Rock \m/

YARD OF ROCK 15 DE AGOSTO


ROTTEN FETUS (Splatter Gore Grind)
EXYLIUM (Death Metal)
TUNES OF GREY (Death Gothic Metal)
MYSTERY (Death Thrash Metal)
METAL UP YOUR ASS (Interpretando álbum do Metallica Kill'Em All)
213 (Cover Slayer)

Dia: 15 de Agosto
Horário: 21:00hs
Valor: R$ 10,00
Local: Jacaraípe (próximo ao EPA)

Classificação 16 anos com identidade.


Pois é, nem vem reclamar. Tem gosto para muitos, né não?!
Abraços, galera!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Não morri não, heim!

Babies, eu não morri, nem o blog acabou!

Eu apenas estou planejando algumas coisas...

espero que elas dêem certo.

Logo eu estarei de volta ^^

Abraços.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Curta e grossa!


E mais evento para nós.
Só senti falta de mais banda aí na jogada, mas enfim...
para quem curte; uma boa pedida para bater a cabeça e bagunçar a cabeleira.

sábado, 25 de julho de 2009

Fabrício Hoffmann - Final

"Para mim música é música.Música não tem cor; não tem raça."

É nesta vertente de pensamento que Fabrício se firma. Música para ele é muito mais do que meros rótulos e imposições. É, não só a profissão dele, mas um aprendizado constante.

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Há cerca de dois anos tomei uma decisão difícil para mim; resolvi encarar todas as dificuldades e me tornar de fato um músico profissional. Viver de música no Espírito Santo. A primeira batalha foi ao fazer a matrícula na universidade; saber que minhas aulas seriam à tarde e consequentemente eu deveria largar o emprego numa loja de instrumentos musicais. Contando com o apoio da família encarei, e logo depois veio um convite que mudaria muita coisa em minha vida musical. Fui convidado para acompanhar uma dupla sertaneja.

Quase que no mesmo tempo, um velho amigo me convidou para integrar uma banda de Blues, que estava sem guitarrista. Não pensei duas vezes, aceitei os dois convites. Nessa época estava tocando em 5 bandas e fazendo freelances em bandas de baile.
Hoje eu estou fixo com Zé Roberto e Banda, e com o BadGuysBlues, que é a minha válvula de escape. É a banda que eu posso mostrar tudo que sei; solar do jeito que eu gosto, no tempo que eu quiser.

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Fabrício, agora, entra em uma questão que é bem o ponto-chave de muitas discusssões. O cenário underground no nosso estado.

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Eu comecei a desanimar do underground no dia em que fecharam o Entre Amigos 2.Eu estive no show de despedida e tive uma tristeza profunda e a certeza de que jamais haveria outro lugar daquele por aqui. Na medida que fui tendo uma visão mais profissional da música foi diminuindo o espaço na minha cabeça de música por diversão, apenas. Hoje em dia, eu toco o que me dá uma rentabilidade e uma condição de sobrevivência, o que eu acho praticamente impossível no underground do nosso estado, salvo algumas exceções. Se você me perguntasse se eu queria ganhar a vida tocando só Blues ou só Thrash Metal, a resposta seria: sem dúvida!

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Mas, para o nosso entrevistado, as coisas não fucionam muito bem...

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Falta um público fiel que defenda a cena; bandas nós temos, pessoas interessadas em promover eventos nós temos, mas o público do estado não é totalmente comprometido com a consolidação da cena aqui. Pagam 30 reais pra ver bandas de fora e tem dó de pagar 5 ou 7 pra ver as daqui. Os bares e locais onde tocam as bandas deveriam pagar um cachê a todas; dar uma cara mais profissional, recompensar as bandas mas cobrar responsabilidades.

Acho que falta senso de profissionalismo, mesmo que nem todos vivam disso, mas encarar como coisa séria; assim talvez o público poderia entrar no clima e fazer sua parte, pois só há investimento onde há retorno, e o underground hoje em dia não dá retorno para quase ninguem, a não ser pra alguns donos de bares.

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Você acha que a cena no estado está regredindo?

Não, acho que está estagnado desde quando eu conheço. Não há uma perspectiva de crescimento; é tudo muito amador; diversão.

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Gostaria de agradecer ao meu amigo, Fabrício, pela sua paciência e suas palavras!
Espero que, possa ser tirado daqui, alguma discussão saudável.

Um abraço a todos.
E, obrigada a todos aqueles que, de alguma forma, estão apoiando o blog ^^
Um beijo.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Fabrício Hoffmann - por mim e por ele (Parte 1)

Quarta-feira. O post de hoje é especial para mim. Sim, todos o são, afinal nada aqui tem sido fácil, babies. Mas o que eu quero dizer mesmo com especial foi que o post será um pouco diferente. O entrevistado não é guitarrista de uma banda de Doom/Gothic, ou algo assim. Ele, apesar de ter várias influências do Thrash indo até o Jazz, por exemplo, não atua necessariamente no underground que nós aqui estamos acostumados. Peço a todos que lerem, respeito pelo profissional. Apresento, para quem não conhece, Fabrício Hoffmann.

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Meu interesse foi meio tardio, tanto que até por volta dos 10 ou 11 anos eu era totalmente analfabeto musicalmente; não sabia diferenciar estilos, não conhecia muitas bandas. Daí veio o interesse por música e mais precisamente por instrumentos. Meu sonho era ser baterista; fiz algumas aulas, mas como não tinha um instrumento para praticar, acabei desanimando. A próxima empreitada foi no contra baixo. Consegui um emprestado e comecei a fazer algumas notas, mas logo larguei de lado quando me ensinaram os primeiros acordes no violão. Achei o máximo e ficava horas repetindo os 5 acordes que havia aprendido.
Depois fui conhecendo mais de música, novos estilos, novas bandas. Ouvia Soul, Reggae, Black Music, Blues e, claro, Rock. Lembro-me como se fosse hoje a primeira vez que ouvi Stairway to Heaven inteira e não só a introdução. Arrepiei-me da cabeça aos pés. Depois conheci Black Sabbath; Iron Maiden. Mas a minha maior influência era Catedral, a cada disco que saía eu era o primeiro a comprar; ia pra casa e não descansava enquanto não tinha tirado todas as músicas.

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Fabrício vem de uma família protestante. Hoje em dia ele faz parte da Comunidade Milícia. Sei que este assunto por si só já seria pauta para uma discussão enorme. Existem visões e mais visões sobre isso. Sei disso muito bem. Mas volto a repetir, não me interessam estas visões, estejam elas certas para muitos ou não. Interessa-me um depoimento de um amigo e PROFISSIONAL da área musical.

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Alguns anos depois entrei na minha primeira banda, que tocava Heavy Metal, e apesar de não termos feito nenhum show, foi uma boa experiência e conheci muitas pessoas ligadas diretamente ao underground. Após o fim da banda fui convidado pra integrar uma banda de Gótico Industrial Pós Punk que eu não fazia a menor idéia do que isso significava. Era o Nevoa, que já era de certa forma conhecida e era meio que um divisor de opiniões: alguns gostavam e curtiam o som e outros simplesmente odiavam por se tratar de uma banda em que os integrantes erão cristãos. O nosso primeiro show foi em Barcelona, no Casarão e foi a primeira vez que eu vi o underground de perto. Todos loucos gritando, bêbados, pessoas vomitando, meninas se pegando.

Apesar do choque inicial, estranhamente me senti a vontade, e todas as pessoas com quem conversei naquele dia foram extremamente interessantes e me senti feliz por estar ali. Logo depois fomos tocar no Metanóia Fest IV, o que pra mim era como se fosse tocar em Woodstock.


Fabrício batendo cabeça por aí


Nessa época conheci muita coisa coisa nova em termos de músicas e foi quando me aproximei mais do metal mais extremo, como Thrash metal, Death, Grind e Black metal. Quando ouvi Arise pela primeira vez era como se o som que eu sempre tinha na minha cabeça como o melhor e mais pesado tivesse se materializado. Eu simplesmente pirei ao ouvir Sepultura, Megadeth, Metallica, Cannibal Corpse, Napalm Death; e merece destaque nesse processo uma banda cristã excepcional que tbm me influenciou nessa caminhada metal: o Mortification.

[continua]